No recordar é viver de hoje,
vemos uma amistosa que disputei contra o meu pai, no já distante ano de 2007, época
em que ainda não havia ingressado na Universidade Federal de Goiás para cursar
Letras, e era habituado a usar boné simplesmente todos os dias. Essa partida foi disputada em um lar que já não pertence mais a família, e num local
que tenho verdadeira saudade pelos vizinhos/as.

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